Atualmente, o uso de suplementos esportivos é uma constante no dia a dia de praticantes de diversas modalidades esportivas. É cada vez mais fácil ter acesso aos suplementos alimentares, pois eles são comercializados em vários locais, como farmácias, mercados, páginas da internet e lojas especializadas, sendo adquiridos por qualquer pessoa.
Muitos deles são classificados como seguros e considerados métodos naturais para uma melhor performance na realização dos exercícios. Entretanto se a suplementação for feita de maneira indiscriminada, sobretudo a de componentes proteicos, pode-se gerar excessos na oferta diária.
Isso acarreta consequências a órgãos e sistemas do organismo, como o fígado e os rins, por exemplo. Assim, o uso de tais produtos precisam ser muito bem avaliado e indicado para evitar prejuízos ao estado de saúde e ao rendimento esportivo.
É preciso avaliar precisamente o esporte e a rotina de treinos realizados pelos atletas, além da intensidade, tempo e frequência. Tal avaliação pode ser realizada, a partir dos Equivalentes Metabólicos da Tarefa (do inglês, MET), que permite contabilizar o custo calórico de cada atividade executada durante o dia, considerando o valor do MET para a atividade em questão, presente nas tabelas do respectivo método, além do tempo de duração e o peso corporal do indivíduo.
Fonte: COELHO RAVAGNANI et al., 2013; ADAM et al., 2013.