Adultos cujo costume de vida inclui a prática frequente de atividades físicas obtêm uma redução da incidência de várias doenças crônico-degenerativas e, ainda, redução da mortalidade envolvendo acidente cardiovascular e cerebral.
Tratando-se de crianças e adolescentes, atividades físicas regulares podem contribuir para melhoria do perfil lipídico, melhoria do desempenho metabólico e redução da prevalência de obesidade, um dos maiores problemas do século XXI. Além disso, números indicam que crianças e adolescentes ativos tendem a se tornar adultos também ativos, criando-se uma cultura prática que traz resultados para a vida toda.
Por consequência, e do ponto de vista da saúde pública, é fácil compreender que a promoção da atividade física na infância e na adolescência significa estabelecer uma base sólida capaz de reduzir a possibilidade de sedentarismo na idade adulta, contribuindo para uma melhor qualidade de vida.
Nesse sentido, é possível compreender que a prática frequente de atividades físicas causa mudanças internas e externas no corpo humano, que ultrapassam as fronteiras da estética e atingem diretamente a qualidade de vida. Mas, por si só, a atividade física não pode ser responsável por um êxito completo nessa esfera, pois uma alimentação balanceada também é um fator determinante para a manutenção dos benefícios propiciados pela atividade física.
Fonte: Lazzoli; et al., (1998)