Sim, treinar, especialmente musculação e exercícios de alta intensidade, aumenta a produção de testosterona, principalmente de forma aguda durante e logo após o exercício. Exercícios compostos (que usam vários músculos), como agachamentos, são mais eficazes. A prática regular melhora a sensibilidade aos andrógenos, mas o excesso de treino (overtraining) pode reduzir os níveis hormonais.
Treinos de força (musculação), levantamento de peso e HIIT (treino intervalado de alta intensidade) são os mais indicados.
Exercícios que envolvem pernas e glúteos, como agachamento e leg press, estimulam mais o hormônio do que exercícios isolados. Cargas elevadas com intervalos adequados de descanso (não exagerar no volume) otimizam a resposta hormonal. O exercício gera estresse mecânico e metabólico, o que sinaliza ao corpo para aumentar a produção e sensibilidade a andrógenos.
O pico de testosterona ocorre durante/após o treino, mas o benefício real a longo prazo vem da consistência e da melhora da composição corporal (mais músculo, menos gordura).
Cuidado com Overtraining: Treinar intensamente todos os dias sem descanso pode levar ao excesso de treinamento, resultando em diminuição da testosterona e aumento do cortisol.
O aumento da testosterona é maximizado com boas noites de sono, dieta equilibrada e controle de estresse.
O sedentarismo está ligado a níveis menores, logo, a atividade física regular é fundamental para manter a saúde hormonal.