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	<title>Mitos &amp; Poemas &#8211; aTribuna Regional</title>
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	<title>Mitos &amp; Poemas &#8211; aTribuna Regional</title>
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		<title>Rejeição</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/rejeicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Estardalhaços, retalhações e fúria. Receita da solidão que penetra nas entranhas e invade o meu céu. Tombos e caminhadas, tropeços fatídicos, pedras e passarelas sem volta. Flores mortas que aparecem no meu jardim. Túmulos em grande quantidade. Cemitérios que me chamam. Vida fúnebre, o frio das criptas no meu coração, sangue gelado, veias de pedra. [&#8230;]]]></description>
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<p>Estardalhaços, retalhações e fúria.</p>



<p>Receita da solidão que penetra nas entranhas e invade o meu céu.</p>



<p>Tombos e caminhadas, tropeços fatídicos, pedras e passarelas sem volta.</p>



<p>Flores mortas que aparecem no meu jardim.</p>



<p>Túmulos em grande quantidade.</p>



<p>Cemitérios que me chamam.</p>



<p>Vida fúnebre, o frio das criptas no meu coração, sangue gelado, veias de pedra.</p>



<p>Atrocidando o sentimento de aguardar a relíquia de pedras sobre pedras fazendo castelos no meu ego.</p>



<p>Pobreza e solidão âmago ambulante pedindo esmolas em calçadas tristes.</p>



<p>Ruas amargas, bueiros invictos onde só cabe a intolerância.</p>
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		<title>O rio Nilo</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/o-rio-nilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Nilo é a fonte de água mais regular e previsível do que qualquer outro dos grandes rios do mundo e com suas enchentes cobria grande parte das terras do Vale do Delta, o que com uma gestão cuidadosa da água, permitia realizar colheitas. A agricultura egípcia era praticamente toda produzida às margens do Nilo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Nilo é a fonte de água mais regular e previsível do que qualquer outro dos grandes rios do mundo e com suas enchentes cobria grande parte das terras do Vale do Delta, o que com uma gestão cuidadosa da água, permitia realizar colheitas.</p>



<p>A agricultura egípcia era praticamente toda produzida às margens do Nilo sendo que as principais eram as culturas de cereais, cevada e leguminosos (lentilha, grão de bico, alface, etc).</p>



<p>As margens do Nilo também eram produzidos o papiro e o linho, dois materiais muito utilizados pelos egípcios.</p>



<p>Lugares importantes como Tebas, Mênfis, Luxor e, Carnaque foram construídos às margens do Nilo.</p>
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		<title>Senet, o jogo de tabuleiro</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/senet-o-jogo-de-tabuleiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 12:28:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Senet foi considerado um dos jogos mais populares no Egito Antigo, ele era bastante semelhante ao Gamão e era composto por cinco peças circulares, cinco peças quadradas, quatro estiletes, um tabuleiro retangular de três níveis com dez casas, as quais eram marcadas com Hieróglifos. Podia ser jogado por 2 ou mais pessoas, o Senet [&#8230;]]]></description>
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<p>O Senet foi considerado um dos jogos mais populares no Egito Antigo, ele era bastante semelhante ao Gamão e era composto por cinco peças circulares, cinco peças quadradas, quatro estiletes, um tabuleiro retangular de três níveis com dez casas, as quais eram marcadas com Hieróglifos.</p>



<p>Podia ser jogado por 2 ou mais pessoas, o Senet era jogado por todas as classes sociais egípcias, desde pedreiros até Faraós e tinha grande importância, visto que é citado no livro dos mortos como o jogo de passagem da alma para o outro mundo, já que seus desenhos auxiliariam o morto a encontrar o caminho para a vida eterna.</p>



<p>Fato que explica o porquê das representações no interior das pirâmides das divindades Khonsu e Thot jogando Senet, o que pode ser traduzido como uma força divina para o falecido chegar ao paraíso.</p>
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		<title>O poder da proteção no campo da Medicina</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/o-poder-da-protecao-no-campo-da-medicina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Divulgação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 12:45:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Até os dias atuais o símbolo no cabeçalho das receitas médicas é o mesmo que era usado pelos doutores egípcios antigos, o que prova o poder de saúde emanado pelo olho de Hórus se tornou inesquecível. O amuleto do olho de Hórus costumava ser usado também pelos Faraós no período em que eles estavam se [&#8230;]]]></description>
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<p>Até os dias atuais o símbolo no cabeçalho das receitas médicas é o mesmo que era usado pelos doutores egípcios antigos, o que prova o poder de saúde emanado pelo olho de Hórus se tornou inesquecível. O amuleto do olho de Hórus costumava ser usado também pelos Faraós no período em que eles estavam se recuperando de algum problema de saúde, visto que lhes traria proteção e saúde.</p>



<p>Outro dado interessante sobre esse símbolo relacionado a saúde é que sua forma remete a letra “R” e por esse motivo essa letra sempre era escrita pelos médicos egípcios antigos no início de toda receita a qual seria uma forma dos doutores pedirem proteção divina e inspiração para prescrever remédios corretos para os pacientes.</p>
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		<title>Efeito</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/efeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 12:50:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Declives fatídicos no meu eu.Meus haveres necessitam de análise.Ninguém se propõem caminhos difíceis íngremes e solitários.O que coloco no papel são vitrines escuras do ego.Dilacerado e velho rascunhos jogados num canto, quando o ócio me pega, pego a minha escrita e tento discerni-la.Os vãos e o vazio do meu expressar não denigrem a minha postura.Escrevo [&#8230;]]]></description>
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<p>Declives fatídicos no meu eu.<br>Meus haveres necessitam de análise.<br>Ninguém se propõem caminhos difíceis íngremes e solitários.<br>O que coloco no papel são vitrines escuras do ego.<br>Dilacerado e velho rascunhos jogados num canto, quando o ócio me pega, pego a minha escrita e tento discerni-la.<br>Os vãos e o vazio do meu expressar não denigrem a minha postura.<br>Escrevo e não retrocedo.<br>Meu esfoliar de tristezas, minha escrita inocente e submissa, viva e infeliz.<br>Vou ao cume ou até as profundezas para falar o que sinto.<br>Não enxergo palpites alheios.<br>Apenas me invisto.<br>Sofrimento amargo<br>Expressar triste<br>Escurece desígnios da alma<br>Coração demolido<br>Ruínas no meu chão<br>Chão das minhas profundezas.<br>Profundezas frias<br>Buracos e solidão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ramsés II</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/ramses-ii/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 11:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ramsés II ficou famoso pelo trabalho que ele fez em prol de sua divinização, obra conseguida em vida e guardada para o futuro com suas obras gigantescas. Ramsés II foi o Faraó que fez maior número de estátuas colossais, também esculpiu seu nome em uma infinidade de templos, mais sem dúvidas, sua obra mais famosa [&#8230;]]]></description>
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<p>Ramsés II ficou famoso pelo trabalho que ele fez em prol de sua divinização, obra conseguida em vida e guardada para o futuro com suas obras gigantescas. Ramsés II foi o Faraó que fez maior número de estátuas colossais, também esculpiu seu nome em uma infinidade de templos, mais sem dúvidas, sua obra mais famosa foi o templo de Abu Simbel, onde foi feita uma estátua com cerca de 21 metros de altura. Um de seus empreendimentos políticos mais importantes foi a transferência da capital do Egito para um novo local no Delta, que foi conhecido como Per-Ramsés, localizado talvez na atual el-Khatana e Qantir. O motivo da mudança foi que a região do Delta havia se tornado o polo econômico mais importante do Egito. Por suas realizações o nome Ramsés foi por muito tempo considerado sinônimo de realeza e muitos faraós que vieram no futuro adotaram esse nome.</p>
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		<title>Lápis-Lazúli, a pedra dos Faraós</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/lapis-lazuli-a-pedra-dos-faraos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 11:24:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre as pedras preciosas mais adoradas pelos grandes reis do Egito Antigo estava o Lápis-Lazúli, que os encantava por apresentar, após ser polido, uma coloração forte azulada com partículas douradas. Tanto é que o nome dado pelos egípcios à rocha Lápis Lazúli, que quer dizer “pedra da vida do rei”, foi uma homenagem ao fascínio [&#8230;]]]></description>
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<p>Entre as pedras preciosas mais adoradas pelos grandes reis do Egito Antigo estava o Lápis-Lazúli, que os encantava por apresentar, após ser polido, uma coloração forte azulada com partículas douradas. Tanto é que o nome dado pelos egípcios à rocha Lápis Lazúli, que quer dizer “pedra da vida do rei”, foi uma homenagem ao fascínio que ela exercia sobre os Faraós.</p>



<p>Para os egípcios antigos, o Lápis-Lazúli permitia que os grandes reis conseguissem enxergar a porta de entrada para a vida eterna.</p>



<p>Por essa razão, quando os faraós faleciam, durante o processo de embalsamento, a pedra era colocada sobre os seus olhos ou mesmo entre as faixas de linho que eram enroladas ao seu corpo. Vale elucidar que não eram só os grandes reis que apreciavam a pedra, os sacerdotes que eram os homens que realizavam os cultos às divindades do Egito Antigo, também a veneravam. Eles acreditavam que o fato de ficar atentamente vislumbrando as tonalidades da bela pedra azulada, permitiria que eles conseguissem se comunicar com os seus Deuses.</p>
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		<title>Prece a Hathor</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/prece-a-hathor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 12:49:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Saudamos a ti, Hathor, que és a Deusa do Amor, da fertilidade, da dança, das mulheres e da alegria. Agradecemos a vida e o privilégio da felicidade. Agradecemos por criar o amor divino e humano, tornando as pessoas mais bondosas, amáveis e nos tirando do plano animal, nos fazendo amar o próximo, independente de suas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Saudamos a ti, Hathor, que és a Deusa do Amor, da fertilidade, da dança, das mulheres e da alegria.</p>



<p>Agradecemos a vida e o privilégio da felicidade. Agradecemos por criar o amor divino e humano, tornando as pessoas mais bondosas, amáveis e nos tirando do plano animal, nos fazendo amar o próximo, independente de suas qualidades e defeitos, desejando apenas o bem e a luz para o nosso semelhante.</p>



<p>Pedimos a ti, grande mãe Hathor, portal da vida e da morte que nos guarneça para que possamos ter uma vida feliz com as pessoas que amamos sempre fazendo o bem e vivendo na verdade, no amor e na felicidade.</p>



<p>Guarneça as pessoas que amamos e que estão aguardando para a próxima encarnação, guie-os para o melhor caminho.</p>



<p>Tu és a Deusa da fertilidade, também lhe pedimos que guarneça nossos filhos e netos para que entrem em seu portal da vida com saúde. Salve Hathor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Museu do Crocodilo</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/o-museu-do-crocodilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 12:24:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mito do Deus Sobek ultrapassou anos e, em 2012, instigou a construção de um museu o qual se localiza ao lado do Templo Kom Ombo. No museu estão expostos quarenta crocodilos egípcios mumificados, bem como belas estátuas de madeira e de granito da divindade do Nilo e também há um documentário com as particularidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mito do Deus Sobek ultrapassou anos e, em 2012, instigou a construção de um museu o qual se localiza ao lado do Templo Kom Ombo. No museu estão expostos quarenta crocodilos egípcios mumificados, bem como belas estátuas de madeira e de granito da divindade do Nilo e também há um documentário com as particularidades do popular Deus Crocodilo, que foi um personagem de destaque na religião egípcia antiga.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cleópatra e Bastet: um único ser</title>
		<link>https://atribunaregional.com.br/mitos-e-poemas/cleopatra-e-bastet-um-unico-ser/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[aTribuna]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 12:31:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cleópatra considerada a Faraó mais bela do Egito, era vista pelos egípcios como a reencarnação da Deusa Bastet, a qual teria voltado à Terra para conquistar a paz, por meio da beleza, da sensualidade, da sedução e da sensibilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cleópatra considerada a Faraó mais bela do Egito, era vista pelos egípcios como a reencarnação da Deusa Bastet, a qual teria voltado à Terra para conquistar a paz, por meio da beleza, da sensualidade, da sedução e da sensibilidade.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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