MÃE CORAGEM

Notícias extraídas do Jornal A Tribuna Regional de 10 de maio de 1997

Nos últimos trinta anos ela foi esposa, mãe e avó. Passou por dificuldades, enfrentou os problemas do cotidiano, conheceu de perto o preconceito e a discriminação sem jamais esmorecer ou deixar de crer em Deus.

Neste onze de maio, dia em que todas as mães recebem os parabéns pelo seu dia, resolvemos presentear à todas as mães com a experiência de vida de uma mãe de fibra, coragem e fé.

Maria Aparecida Lopes Pelogia, casou-se com o Sr. Francisco de Assis B. Pelogia e aos 17 anos de a luz à Wilson, uma criança normal até os quarenta dias de vida. Após estes quarenta dias de existência de Wilson, nossa amiga “Cida” enfrentou o medo de perder seu filho, o primeiro filho de uma adolescente de apenas dezessete anos!

Angustiada, ela passou doze meses ao lado do filho que sofreu uma paralisia cerebral e ficou internado no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

A vida seguiu seu curso normalmente, Aparecida teve mais dois filhos, Claudio e Silvia, esta já lhe deu dois netos, Rafael e Gabriella, fonte inesgotável de amor, traz no coração mais três netos, Rafaela, Betina e Leonardo, filhos de Tereza Cristina Victorino, a quem tem como uma filha.

Esta mãe aceitou juntamente com o marido os problemas que surgiram como fatos normais que todos poderiam ter que enfrentar, sempre acreditou que em razão do amor que nutrem pelos filhos, nada, nem ninguém poderia separá-los.

Jamais esteve só, sempre teve ao seu lado a presença de Deus, da família e dos filhos, que amam o irmão como a mãe os ensinou a amar. Foi severa quando necessário tentando não diferenciar o primeiro filho dos demais. Neste momento ela sorri, pois lembra-se que deixou o marido com o filho, que brinca com o pai mudando o canal da televisão para o pai não poder assistir ao jogo de futebol que passa esta tarde.

Mãe consciente, ela gostaria de poder cuidar das crianças deficientes que encontra abandonadas pelas ruas da cidade. Roda as mães destas crianças para que tenham força e paciência para superar as dificuldades e aceitar os filhos como são, crianças que possuem muito amor para transmitir aos outros e por isso mesmo necessitam de carinho, atenção e amor, muiiito amor!!!

(Notícias extraídas do Jornal A Tribuna Regional de 10 de maio de 1997, edição Nº 496).

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