Cravinhense fica entre os colocados no torneio da MXPS, em São Paulo

Cravinhense fica entre os colocados no torneio da MXPS, em São Paulo

Guilherme Jabali conquistou o sétimo lugar na temporada, levando pra casa R$20 mil reais como prêmio.
Foto: Arquivo Pessoal

O Maxx Poker Series (MXPS) inaugurou seu clube gigantesco em São Paulo, sendo o maior da América Latina. Em sua segunda edição, a MXPS distribuiu R$1.010.400 em prêmios para os participantes, levando a disputa milionária durar catorze dias. O cravinhense Guilherme Jabali foi um dos competidores, sendo classificado para a final do campeonato, que durou desde o dia 31 de setembro até o dia 9 de novembro de 2021.

A mesa final do Main Event contou com oito paulistas e um mineiro, que acabou ganhando em primeiro lugar, faturando o prêmio de duzentos mil reais.

  1. Diego Lopes (Belo Horizonte – MG) – R$200.000
  2. Richard Roger Freitas (São Paulo – SP) – R$120.000
  3. João Pedro (São Paulo – SP) – R$71.000
  4. Nilson Mauro (São Paulo – SP) – R$40.000
  5. Emerson Baroni (Osasco – SP) – R$30.000
  6. Erick Zanatta (Jandira – SP) – R$25.000
  7. Guilherme Jabali (Cravinhos – SP) – R$20.000
  8. Eduardo Matias (São Paulo – SP) R$16.500
  9. Gustavo Nacaratto (São Paulo – SP) – R$14.000

 

“Foi realizado um grande torneio lá em São Paulo, tinham mais de 1.000 jogadores e só a entrada para participar era de 1 mil reais. Foram vários dias na disputa para chegar na mesa final e assim ficar em sétimo na premiação de 20 mil reais, torneio esse que o primeiro colocado ganhava 200 mil”, comenta Guilherme, sobre o evento da MXPS.

Apesar do prêmio atrativo, pôquer é um jogo necessário de muita atenção e estudo, sendo bastante comum em casinos, onde os participantes fazem apostas para um monte central. Este valor é atribuído aos jogadores que possuírem o melhor conjunto de cartas entre os que permaneceram até o final da rodada, ou ao jogador restante caso os demais tenham desistido.

Guilherme ainda acrescenta um pouco de sua trajetória no pôquer e como surgiu a ideia de profissionalizar esse hobbie. “…Meu pai jogava, talvez esteja no sangue (risos) e eu comecei há uns 12 anos atrás, quando tinha 15 anos, jogava só pra brincar na internet, sem valer nada. A partir daí joguei valendo pela primeira vez, comecei a ganhar, passei a estudar e não parei mais. Há 6 anos atrás, em 2015, eu me tornei profissional, toda minha renda vinha do pôquer, apesar de não ser mais totalmente dependente do pôquer hoje em dia, tenho que agradecer muito ao jogo por tudo que me proporcionou e ainda continua proporcionando.”

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