A energia solar é proveniente da luz e do calor do sol. Os raios solares, compostos por partículas de luz, ao atingirem as “placas solares”, como são popularmente chamadas, fazem com que as células fotovoltaicas se movimentem, criando uma corrente elétrica. Após essa etapa, os inversores a transformam em corrente alternada, permitindo que ela seja enviada para a rede elétrica e utilizada pela sociedade.
O efeito fotovoltaico foi descoberto em 1839, pelo cientista Edmond Becquerel. Apesar disso, foi em 1954, no Bell Telephone Laboratories, localizado nos Estados Unidos, que foi criada a primeira célula fotovoltaica capaz de gerar energia para operar equipamentos elétricos – a mais próxima da que é utilizada nos dias atuais. Em 1958, um painel solar de 1W (Watt) foi anexado ao satélite Vanguard I, enviado ao espaço, para alimentar seus rádios. Foi a primeira vez que a tecnologia entrou em uso. A partir daquele ano, começaram a ser implantados os primeiros sistemas fotovoltaicos feitos para residências, estabelecimentos e meios de transporte, como navios, carros e aviões.

Um dos principais benefícios da energia solar é ser considerada renovável e inesgotável, já que utiliza o sol como fonte primária e ajuda a conter os impactos das mudanças climáticas. Esse tipo de sistema pode contribuir também para um maior controle de gastos de finanças pessoais. Abaixo elencamos essas principais vantagens:
- Redução da tarifa de energia elétrica – aproximadamente de 95% da conta de energia;
- Investimento rentável – os sistemas solares são considerados um dos melhores investimentos, pois contam com um rápido retorno financeiro, valorização para os imóveis e geração de créditos quando há o excedente na geração de energia;
- Melhorias na economia local – devido os investimentos financeiros dispostos neste sistema, através da contratação de mão de obra, gerando emprego e renda;
- Impactos positivos no meio ambiente – de acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA) e a Revista Nature Energy a energia solar tem potencial para alcançar 21% das reduções de emissões de CO2 até 2050, equivalente a 6 bilhões de toneladas.
Fonte: NeoEnergia – adaptado pelo autor