Cartas à Redação

Cartas à Redação

Notícias extraídas do Jornal A Tribuna Regional de 27 de março de 1997

Amigos do Jornal A Tribuna Regional de Cravinhos 

Tenho recebido regularmente em Igarapava, por gentileza dos amigos de A Tribuna, pelo que agradeço sincero e profundamente. 

Em hipótese alguma em poderia de me congratular com todos os cravinhenses pelo aniversário de nossa bela e pequena Itália, no dia 19 de Março. 

A publicação do logotipo de Cravinhos pela Caixa Econômica Federal, foi muito bem lembrado e de todo merecimento. 

Quando em artigo anterior, falei sobre os professores do Colégio, esqueci-me do Dr. Angelo Brivio grande professor, médico e amigo. Lembro ainda que se casou com uma sua aluna, para bem da verdade, moça muito bonita e fina, não era filha de Cravinhos, salvo engano, chamava-se Antonieta. Está feito o reparo. 

Vi nesta última Tribuna o nome de uma Pelege. O Toninho foi um amigão, como também a família Pieri, principalmente o Otávio e o Pollo. 

Como comemoração do aniversário desta querida cidade, vou dar a escalação do famoso e glorioso time do Clube Atlético de Cravinhos: Romim. Pio e Heitor Calegari (que o fora executado era um coner) -Chagas e Chavig, mais tarde com Lile e Arnot (o cavalo inglês)- Felix (co-irmão Olavo) Ceroni e Marquetti. 

Ainda jogou na linha médio, o Piolim e na meia o Alceu Tonatori. 

Já que falo do Atlético, houve muitas coisas interessantes com o clube, falarei sobre d’elas: 

1 – Num jogo com a Portuguesa de Ribeirão Preto, houve um quebra-quebra. o jogo parou. A turma da Portuguesa conseguiu fugir de carro. Deram parte a Policia de Cravinhos, chegou e saiu em perseguição, numa chevrolet Romana. Na estação da Mogiana. Rua 15. assim que o ultimo carro de Ribeirão passou, um trem da Mogiana. estacionou impedindo a perseguição 

2- Nun jogo com o Batatais FC., o Seroni deu um soco na boca do Coelho, pegou no “corte” dos dentes, ferindo seus dedos. 

Não havia antibiótico. O Seroni foi para a Santa Casa com enorme problema. Diziam que ele iria perder o braço, depois a mão .por fim os dedos. Foi feliz, acabou tudo em um tremendo susto, ele era muito querido em Cravinhos, ele era de São Simão. 

O Heitor jogava para o Comercial de Ribeirão, desde que o Atlético não tivesse jogo. Sendo assim, quando o Atlético tinha jogo muito importante, o Heitor conseguia com o Comercial para o seu trio atacante (e que trio!), fosse à Cravinhos para treinar melhor sua defesa. 

Eram ele: Tim – Chiquinho e Armandinho- Tim, o famoso el peon, foi para o Fluminense, o Armandinho foi para o Santos, ou não sei.

Cravinhos não pode passar em branco, tão irmanada ela é a Igarapava. Foi dai que veio para a Igarapava no meu tempo, o Tiro de Guerra -481. 

Para cá vieram casados, o Kincas e Doari, Alceu Tornatori e Lucia, Martins Bizzuti e Suza. Igarapavienses que casaram ai em Cravinhos: Jamil Fiod e Dna. Leonor Biatto, Cheda Neme e Farid, João Caetano de Menezes e Dirce Biatto, Antonio Maciel Filho e Dna. Ziza. Estamos ou não, entrosados? 

Assim que Deus me permitir, estarei ai com vocês e todos os demais amigos. 

Mais uma vez, a minha terra adotiva, aquele abraço. 

Axé, arrevederche Cravinhos. 

Eu te amo muito.

Faber de O. Campos.

(Notícias extraídas do Jornal A Tribuna Regional de 27 de março de 1997, edição Nº 490).

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