REFLEXÕES

A palavra dos pobres nunca teve subsídio, por isso é sempre mal remunerado.

Os direitos do pobre estão na linha do anzol: só fisgam quando tem isca.

Amedronta-me a noite da alma, porque nela o sol está ausente e não há lua nem estrelas para amparo da esperança.

No sepulcro das paixões falta o morto que ainda vive.

Nas luzes da eternidade banha-se a alma convertida, e esta aurora perfuma-lhe os álamos da vida.

Não gastes demasiado tempo em pensar nas profundezas, elas virão à tona, a seu tempo. Contenta-te com o equilíbrio na superfície.

A fome é má conselheira, por ela os lobos atavam e o homem imita as feras.

O silêncio é a camuflagem dos tímidos e ao mesmo tempo o monumento dos heróis anônimos.

O caramujo e a lesma se arrastam, deixando um rastro viscoso. O lisonjeiro os imita, pois se dilui nas suas bajulações.

Não me considero Poeta e Escritor, mas como alguém que tentou e conseguiu realizar meus ideais.

Gosto de fazer homenagens, destacando inúmeros amigos e colegas e diversas pessoas para com as quais tenho profunda admiração.

Aceito e acolherei com carinho todas as criticas e sugestões visando melhorar ainda mais as futuras e próximas edições.

– E por isso, serei grato a todos

“Eu, Beto Vaca”

PS: Fui cortar o meu cabelo no nosso amigo Faria, e ele me perguntou: Porque eu quero rapar a cabeça – e eu respondo: É porque eu já estou com o saco cheio de cabelo!

Beto Vaca

Proprietário do peculiar "Bar do Beto Vaca", é uma figura icônica e lendária de Cravinhos com personalidade carismática. Beto compatilha suas experiências de vida, pensamentos e ótimas histórias.

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