Pouco ou nada, porque não sou poeta! Procurei enorme carência, imitar sem métrica nem retórica, as grandes alturas posicionadas pelos mestres da graça versificatória, e que extravasaram em rimas os sentimentos do belo, do agradável e do sublime.
A poesia é para mim a sobremesa da literatura.
Por si só, a poesia apenas existe.
Ela começa a viver na dramatização e nas encenações dos seus enfoques; na roupagem quase mística do estilo dramatizado, complemento que exige arte e emoção. As lágrimas, o drama, os risos da cena, são incumbências do declamador. Há letras quase mortas que vibram de emoção na arte do apresentador, e outras vivas, que murcham, na indolência da declamação.
Com essas referência, em nada me credencio, pela simplicidade e carência com que escrevi.
Faço-o, apenas com o intuito e estimulo aos que recitam ou declamam.
Obs: Nada contra ninguém, mas a pessoa que prometeu podar a árvore ainda não solucionou o problema.
Até breve…