Ao nobre avô, BETO VACA,
De Cravinhos, o bar que sustenta,
Patrimônio da humanidade, se fez,
Empresário de alma sedenta.
Há mais de quatro décadas ergueu,
No coração daquela terra amada,
Um refúgio onde a vida floresceu,
E histórias foram compartilhadas.
Cada sorriso, cada canto entoado,
Nas paredes desse recanto ilustre,
Revela a paixão de um homem honrado,
Que do bar, um lar fez, com seu alarde.
BETO-VACA, avô abençoado,
Nesta poesia, te rendemos homenagem,
A tua jornada, amor e cuidado,
Para sempre ecoarão em nossa linhagem.
Em teu coração, Cravinhos repousa,
E em teu legado, a alegria se revela,
Com gratidão, cada neto se orgulha,
Deste empresário, avô e estrela.