A palavra dos pobres nunca teve subsídio, por isso é sempre mal remunerado.
Os direitos do pobre estão na linha do anzol: só fisgam quando tem isca.
Amedronta-me a noite da alma, porque nela o sol está ausente e não há lua nem estrelas para amparo da esperança.
No sepulcro das paixões falta o morto que ainda vive.
Nas luzes da eternidade banha-se a alma convertida, e esta aurora perfuma-lhe os álamos da vida.
Não gastes demasiado tempo em pensar nas profundezas, elas virão à tona, a seu tempo. Contenta-te com o equilíbrio na superfície.
A fome é má conselheira, por ela os lobos atavam e o homem imita as feras.
O silêncio é a camuflagem dos tímidos e ao mesmo tempo o monumento dos heróis anônimos.
O caramujo e a lesma se arrastam, deixando um rastro viscoso. O lisonjeiro os imita, pois se dilui nas suas bajulações.
Não me considero Poeta e Escritor, mas como alguém que tentou e conseguiu realizar meus ideais.
Gosto de fazer homenagens, destacando inúmeros amigos e colegas e diversas pessoas para com as quais tenho profunda admiração.
Aceito e acolherei com carinho todas as criticas e sugestões visando melhorar ainda mais as futuras e próximas edições.
– E por isso, serei grato a todos
“Eu, Beto Vaca”
PS: Fui cortar o meu cabelo no nosso amigo Faria, e ele me perguntou: Porque eu quero rapar a cabeça – e eu respondo: É porque eu já estou com o saco cheio de cabelo!