Buscarei fazer o melhor de minha vida. Como sempre, colocarei Deus em primeiro lugar e, em segundo, o ser humano: todas as pessoas, as crianças, os velhos, os irmãos de caminhada, meus irmãos e suas necessidades.
Buscarei ser consciente, otimista, corajoso, alegre e fazer dos desafios oportunidades de amadurecimento e motivo de comunhão com Deus e irmãos.
Não buscarei escolher os caminhos, mas procurarei discernir quais são os caminhos que me estão reservados.
Buscarei, com simplicidade e honestidade, ser fiel aos compromissos assumidos, sendo exigente comigo mesmo. Buscarei, com muita decisão, não fazer nenhuma concessão à preguiça, ao comodismo, à mediocridade e a superficialidade. Buscarei até com teimosia, superar todo tipo de preconceito e discriminação. Buscarei dar grande importância ao cultivo e a promoção da paz interior e exterior. O amor será sempre a regra de ouro, nada acima dele, até porque Deus é amor, e O amor.
Buscarei, mesmo que silenciosamente, valorizada cada gesto de generosidade e carinho. Buscarei fazer da simplicidade e da humildade um programa de vida; deixarei espaço para a boa leitura, para os amigos, sempre haverá tempo e lugar. Os sofredores e os pequeninos de todos os tipos terão um lugar predileto no lado esquerdo do meu coração; o silêncio encontra tempo reservado.
Não haverá tolerância para as desculpas de trabalho ou qualquer outra razão. Buscarei não deixar nenhum espaço para o rancor, magoas e tristezas, a não ser aquelas que fazem parte natural da vida. Buscarei desenvolver a consciência dos limites da idade, aceitando-os como processo natural da vida, mas sem me acovardar ou usa-los como desculpas para não crescer.
Não aceitarei negociar a honestidade, nem aceitarei pacificamente com o modelo, a sociedade liquida, muito menos a sociedade alternativa ou pós-verdade.
Por fim, meus queridos e queridas, buscarei viver com normalidade valorizando com muito carinho os cristãos, leigos e leigas, sujeitos e protagonistas da evangelização. Alias, buscarei ser eu mesmo, só.