Beto Vaca!

POESIA! QUE DIREI DA POESIA?

Pouco ou nada, porque não sou poeta! Procurei enorme carência, imitar sem métrica nem retórica, as grandes alturas posicionadas pelos mestres da graça versificatória, e que extravasaram em rimas os sentimentos do belo, do agradável e do sublime.

A poesia é para mim a sobremesa da literatura.

Por si só, a poesia apenas existe.

Ela começa a viver na dramatização e nas encenações dos seus enfoques; na roupagem quase mística do estilo dramatizado, complemento que exige arte e emoção. As lágrimas, o drama, os risos da cena, são incumbências do declamador. Há letras quase mortas que vibram de emoção na arte do apresentador, e outras vivas, que murcham, na indolência da declamação.

Com essas referência, em nada me credencio, pela simplicidade e carência com que escrevi.

Faço-o, apenas com o intuito e estimulo aos que recitam ou declamam.

Obs: Nada contra ninguém, mas a pessoa que prometeu podar a árvore ainda não solucionou o problema.

Até breve…

Beto Vaca

Beto Vaca

Proprietário do peculiar "Bar do Beto Vaca", é uma figura icônica e lendária de Cravinhos com personalidade carismática. Beto compatilha suas experiências de vida, pensamentos e ótimas histórias.

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