Um menino, numa pequena cidade da Itália, lascava madeira. Um dia, ele e seus amigos, estavam na rua, pedindo dinheiro por aquilo que faziam. Um menino tocava violino e seu irmão cantava, enquanto Antônio fazia pequenos objetos de madeira.
Parou um homem distinto, para ouvir o menino cantar, depois colocou uma moeda de outro em suas mãos.
O garoto gritou: – O Grande Amati, maior construtor de violinos da Itália, deu-nos uma moeda de outro.
Foi uma euforia! Antônio não se satisfez com aquele encontro, quis conhecer mais de perto o construtor de violinos. Como era um menino resoluto, Antônio venceu as barreiras que lhe eram impostas, e chegou à presença de Amati. Disse-lhe: – Não sei tocar ou cantar, mas gosto de música e imagino que seria capaz de construir violinos. Veja, aqui estão alguns objetos de madeira, que fiz com a minha faca.
O grande homem passou o seu olhar atento, dos objetos para a face ansiosa e os expressivos olhos castanhos de Antônio, e disse:
– Venha a minha oficina, moço, e lhe darei uma oportunidade para aprender a se tornar um construtor de violino. Qual é o seu nome?
– Antônio Stradivários, respondeu prontamente Antônio.
Assim Antônio tornou-se aluno de Amati e trabalhou dia após dia na sua oficina. Uma das primeiras coisas que seu professor lhe ensinou foi que a paciência para fazer com perfeição uma peça, ainda que pequenina tinha mais calor do que a construção de um violino todo em pouco tempo. Alguns anos se passaram e Antônio, já sendo um construtor de violino, aperfeiçoou tanto o som e a beleza do violino que ele se tornou o melhor construtor de violinos de todo o mundo. – Ser como mestre exige paciência, disciplina e dedicação total!
Obs: Sem trabalho não se chega ao descanso, sem pelejar não se consegue vitória.
“Liberdade, Fraternidade, Igualdade”