Não bata. Eduque... mas se precisar...
No começo do mês de agosto, foi divulgado um novo projeto de lei que teria como objetivo privar as crianças de qualquer tipo de agressão física praticada pelos pais, mais conhecida como “Lei das Palmadas”.
O governo propôs este projeto com a intenção de que os pais deixem de lado as famosas palmadas no bumbum e passem a usar métodos educacionais sem qualquer contato de dor.
Não é uma tarefa fácil saber o que é certo e o que é errado, ainda mais quando se trata de educar um filho. Cada pai tem um jeito diferente de lidar com o filho, ninguém é igual a ninguém.
Acho que tenho todo o direito de falar, não só como jovem, mas também como filha, que sou a favor das palmadas. Afinal, um dia eu também terei os meus filhos e se chegar o momento em que eu tiver que dar umas palmadas, darei.
Uma coisa que as pessoas deveriam enxergar é que há uma grande diferença entre bater e espancar.
Junto com a “lei da palmada” veio uma campanha com o seguinte slogam: “Não bata. Eduque.” A campanha passa a mensagem de que a criança aprende a ser violenta com a violência dos pais contra elas. Eu acredito que isso é uma versão dos fatos, mas se uma boa conversa não for o suficiente para orientar os filhos no bom caminho, os pais deveriam poder dar umas boas palmadas, afinal este é um conselho bíblico: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.” Provérbios 29.15 e “Não retires da criança a disciplina, pois se a fustigares com a vara, não morrerá.” Provérbios 24.13-14.
Podemos concluir que, naturalmente, devemos cumprir a lei dos homens, porém usar o bom-senso na educação dos filhos não trará mal algum. Parece óbvio que os pais não devem violar a integridade física dos seus filhos espancando-os, pois isso está longe de ser chamado de educação, contudo, sabemos que há momentos em que os pais precisam lançar mão da vara para disciplinar os seus filhos e orientá-los para a convivência em sociedade.
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