Cravinhos, 20 de Janeiro de 2018
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De cortador de cana para locutor de Rádio – Parte 1
08/11/2016


Olá rapaziada, hoje estamos recebendo um cara super do bem, que tem uma história incrível no rádio de Ribeirão, trata-se de Mário Bento de Araújo Junior, simplesmente Marinho, que nasceu em São José do Rio Pardo, interior de São Paulo.

 

Ribeirão Rádio – Marinho, conta pra gente como era a vida, antes do rádio. O que fazia e se já havia o desejo de um dia trabalhar com rádio?
Marinho – Sinceramente a minha infância foi a melhor que um garoto pode ter. Passei boa parte em uma fazenda (Itaiquara-SP), tinha muitos amigos e isso resultou em futebol, nadar no rio, pescaria, namoricos e bailinhos no clube nos finais de semana. Uma vida feliz mesmo com tão poucos recursos. Não tínhamos luxo, mas Graças a Deus e aos meus pais nunca faltou o principal: comida e educação. Mas a fase mais importante é quando começamos a nos preocupar em ter uma “graninha” para não depender do dinheiro “suado” dos pais. Acredite se quiser, meu primeiro emprego foi de Coroinha da Igreja local. Logo depois não foi muito fácil, passei pela lavoura carpindo cana, trabalhei como lixeiro, empilhador de lenha pra alimentar caldeira e servente de pedreiro. Nessa época nunca me passava pela cabeça que poderia um dia ser locutor de rádio. Sempre ouvia muita música e naquela época, nos anos 80, no auge das melhores bandas nacionais e internacionais, todo aquele clima de clipes na TV e criatividade das Rádios e locutores que eram os melhores, faziam das Rádios verdadeiros shows.

 

RR – Como e quando rolou seu primeiro contato com o rádio?
Marinho – Minha primeira experiência com o rádio foi em 1987 na Rádio Cidade Livre FM na minha cidade natal. Comecei trabalhando como operador de áudio, que naquela época era comum a madrugada da rádio ser “gravada”, ou seja, programação com locução, mas sem a presença do locutor, somente o operador. Certo dia haviam esquecido a gravação do locutor dentro da produtora de áudio, ai liguei pro coordenador-artístico e o avisei que não seria possível ter a locução da madrugada, porque esqueceram a gravação trancada. O coordenador orientou a fazer a locução do horário somente com o “prefixo” e a hora certa. Foi aí que tive a grande oportunidade da vida! A partir desse dia as locuções gravadas não foram mais usadas para darem lugar a locução “ao vivo” na qual eu faria desde então.

 

RR – Por onde passou antes de Ribeirão?
Marinho – Depois de Rio Pardo fui pra Maceió (¬AL) na Rádio Cidade, de lá fui pra São Sebastião (no Litoral Norte de São Paulo) na Rádio Morada FM. Depois fui pra Taubaté (SP) na Rádio 99 FM. Passei também por Lisboa, em Portugal, na Rádio Cidade. Ai voltei pro Brasil e novamente Rio Pardo na Rádio Cidade Livre FM, de lá cheguei em Ribeirão Preto na Difusora FM, depois fui pra São Paulo na Transamérica, saindo da Capital voltei pra Ribeirão na Difusora FM.

 

E na semana que vem tem mais bate-papo com o nosso amigo, que não teve um início fácil, mas hoje é um grande sucesso do rádio ribeirão-pretano.
 

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